Lembra-te do Dia de Sábado para o Santificar

Lembra-te do Dia de Sábado

Êxodo 20:8Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.
Êxodo 20:9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra.
Êxodo 20:10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro;

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Publicado em junho 18, 2008, em a lei de Deus, Jesus Cristo, sábado e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. deus nos deu 6 dias para nos trabalharmos fazer tudo que nos queremos mas o setimo dia Deus disse que ninguem pode trabalhar nesse dia somente fazer a obra, trabalho de Deus

  2. Gostaria de ter informação de como obter imagens de vários temas para apresentações, se tiver algum site me passe.
    Muito Obrigada

  3. Na verdade a Lei de Deus – Os 10 mandamentos – foram escritos pelo dedo de Deus(Exodo 31.18), mas já existia, tanto é que Adão pecou no Eden, se não houvesse Lei, ele não pecaria, porque pecado é a transgressão da Lei (1 João 3.4).
    Também se não ouvesse Lei, Caim não seria homicida por matar Abel.
    O sábado, bem determinado na criação(Genesis 2.2-3), foi santificado, foi abençoado, como o dia de descanso.
    É fácil entender que Deus considerou o sétimo dia, o sábado, diferente dos demais dias da semana da criação.
    Em Exodo 20.8-11, ele aparece no quarto mandamento.
    Jesus guardou o sábado(Lucas 4.16), era por costume, todos os sábados.
    Como Jesus não mudou a Lei (Mateus 5.17-19)
    O apóstolo Paulo, na Biblia, em Atos, guardou 84 sábados.
    Essa história que o sábado era para o Judeu não é verdade, Adão era judeu?
    Jesus disse “O sábado foi criado por causa do homem” ele não falou judeu.

  4. ANDERSON I. FARIA

    O FILHO DO HOMEM É SENHOR DO SÁBADO

    “Porque o Filho do Homem até do sábado é Senhor”

    (Mateus 12;8)

    Quando o Senhor veio ao mundo, o sábado, dia consagrado a Deus, era transformado em dia de proibições. Naquela época, os sacerdotes e os fariseus da Igreja Judaica ocupavam-se muito em determinar o que não era lícito fazer no sábado. Por isso, os fariseus acusaram os discípulos do Senhor de não guardarem o sábado, porque, nesse dia, os discípulos colhiam trigo para comer. Consideraram mesmo quebrada a determinação, quando Jesus operou a cura do homem que tinha uma das mãos mirrada.

    Em geral, os Dez Mandamentos estão na forma negativa, como “não matarás”, “não furtarás” etc.. . mas o mandamento sobre o sábado é basicamente afirmativo: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar; seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu Deus” (Êxodo 20;8 a 10). E os Escritos nos ensinam que este mandamento e o mandamento seguinte (“Honra a teu pai e a tua mãe) estão na forma afirmativa, porque a santidade dos outros mandamentos do decálogo dependem destes dois (AE 965).

    Mas a Igreja Israelita era uma igreja externa e, para que ela mantivesse a santidade do sábado foi proibido trabalhar nesse dia. Por isso, o terceiro mandamento contém também uma parte negativa, a qual proíbe o trabalho no sábado. Entretanto, a parte prinicipal e essencial desse mandamento é a parte afirmativa: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar”. Mas para a Igreja Judaica a parte principal ficou sendo a proibição contra o trabalho no dia de sábado, a tal ponto que a santidade desse dia quase se perdeu, e com isso quase se perdeu a santidade dos Dez Mandamentos, dos quais depende a salvação do gênero humano.

    Por causa da profanação do terceiro mandamento e do resto da Palavra, foi necessário que o Senhor Mesmo viesse ao mundo para restabelecer a santidade de Sua Palavra e o caminho da salvação. Assim, uma das coisas que Ele ensinou, quando estava no mundo, foi a verdadeira significação do terceiro mandamento sobre a santidade do sábado. Ele mostrou que a santidade do sábado não está na ausência do trabalho, mas sim na presença d’Ele Mesmo. Quando os fariseus acusaram os discípulos de quebrarem este mandamento de Deus, Jesus contou-lhes como David e seus homens tomaram e comeram o pão sagrado da proposição nesse dia e como era lícito aos sacerdotes trabalharem aos sábados. Em seguida falou-lhes: “Eu vos digo que está aqui Quem é maior do que o templo…, porque o Filho do Homem até do sábado é senhor”. E o Senhor está presente na verdade e no bem e não em rituais meramente externos e é Sua presença que santifica o sábado.

    Os judeus foram proibidos de trabalhar no sábado para representar a ausência do próprio do homem e a plena presença do Senhor. mas, por ocasião do 1º Advento do Senhor, os judeus se preocupavam de tal modo com a proibição do trabalho aos sábados, que sua ausência não mais representava a ausência do próprio do homem, mas sim o contrário. Por isso, no Evangelho de Marcos, antes de operar uma cura no sábado, o Senhor disse aos fariseus presentes: “É lícito no sábado fazer bem ou fazer mal? salvar a vida ou matar?” (Marcos 3;4).

    Em nossa leitura do Evangelho de Mateus, Jesus disse: “Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se no sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela e a levantará? Pois quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseguinte, lícito fazer bem no sábado”. Com estas palavras e outras semelhantes, o Senhor restabeleceu o terceiro mandamento, que a Igreja Judaica quase anulou, com suas banalidades. E Ele restabeleceu esse mandamento não na sua forma negativa, que proibia o trabalho no sábado, mas na forma positiva. Assim, o dia do Senhor tornou-se principalmente um dia de culto e de instrução nas coisas da Igreja, do céu e do Senhor, e também um dia de amor ao próximo. Deve ficar em segundo lugar como dia de descanso do trabalho. Que o Senhor veio para restabelecer a lei, Ele o disse no Sermão da Montanha: “Não cuideis que vim para destruir a lei e os profetas; não vim para ab-rogar, mas para cumprir” (Mateus 5;17).

    Desde a Antiquíssima Igreja, o sétimo dia representou o descanso Divino, que é a plena conjunção do Senhor com os homens. E o descanso ordenado nesse dia também representa essa conjunção quando o homem não age por si mesmo, mas pelo Senhor. E no sentido supremo, o dia do sábado, o descanso Divino, representa a união entre o Humano e o Divino do Senhor. Assim, quando o Senhor veio ao mundo e glorificou Seu Humano, Ele cumpriu o que é representado pelo sábado. Por isso, Ele se diz o Senhor do sábado. mas não ab-rogou o sábado, restabeleceu-o. O dia do Senhor (agora o domingo) não é menos santo, pois agora o Senhor, em Seu Divino Humano, pode estar mais presente ainda e é a presença Divina que santifica o dia do Senhor.

    Que o dia do Senhor se tornou um dia de instrução nas coisas Divinas e um dia de amor ao próximo foi lido em nossa lição escolhida no livro “Verdadeira Religião Cristã”. Uma das coisas que mostra ser este dia um dia de instrução nas coisas Divinas é a significação da “ação dos discípulos no sábado”. Eles estavam com fome, colheram grãos de trigo nas espigas e comeram. Isso significa a instrução nas coisas da doutrina, pois pelo grão na espiga se entende o bem recebido pela instrução da verdade. A fome dos discípulos representa o desejo dos homens da igreja de serem instruídos na doutrina.

    Quanto ao dia do Senhor ser também um dia de amor ao próximo, isso se torna evidente pelo que lemos na lição da Palavra, pois o Senhor curou o homem que tinha uma das mãos mirradas, dizendo que é lícito fazer o bem no sábado.

    Assim, para a Igreja Cristã, e especialmente para a Nova Igreja, o dia do Senhor é um dia consagrado ao culto e à instrução nas coisas Divinas, bem como aos benefícios da caridade. E, para que isso seja possível, este dia também é um dia de descanso do trabalho normal. Desse modo, o dia do Senhor é santificado, pois nossa mente se livra das coisas do mundo e de nós mesmos. Ela é elevada para as verdades do Senhor e para o amor ao próximo e então o Senhor pode aproximar-Se em Sua Paz, proporcionando-nos o descanso espiritual.

    Embora tornado mais afrimativo e interior, o terceiro preceito continua sendo mandamento do Senhor. Devemos lembrar-nos do dia do Senhor, para guardá-lo em sua santidade, consagrando-o às coisas espirituais e celestes, e afastando-nos, em parte, das coisas do mundo e de nós mesmos. Como é dito no livro “Verdadeira Religião Cristã”: Este dia é “um dia de instrução nas coisas Divinas e também um dia de repouso após os trabalhos e de meditação sobre as coisas que pertencem à salvação e à vida eterna, como também é o dia do amor ao próximo”. Isso não significa que devemos passar o domingo inteiro em orações e meditação, e ajudando os pobres e os doentes. Mas significa que devemos lembrar-nos de fazer estas coisas no dia do Senhor.

    O Filho do Homem é senhor do sábado, o dia do repouso Divino, o qual na Igreja Cristã é observado no dia de domingo. Realmente, Jesus Cristo é o senhor de todos os dias, pois Ele deve reinar em nosso trabalho, em nossa família e mesmo em nossas diversões durante toda a semana. Mas o domingo é um dia especialmente consagrado ao Senhor. “Lembra-te do dia do sábado para o santificar”, pois “o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus”.

    Se nos esquecermos do Senhor em Seu dia, observando o domingo apenas como um dia de ócio ou de trabalho normal, seremos como discípulos com fome, mas que não colhem as espigas de grão nem as comem, ou como o homem que tinha uma mão mirrada, mas sem a cura que o Senhor quer operar. Pois colher o grão e comer significa ser instruído nas verdades e recebê-las. E, se não recebermos as verdades da Palavra do Senhor, passaremos fome espiritual. Por isso, o dia do Senhor é consagrado à instrução nas coisas Divinas. O homem com a mão mirrada representa o estado em que o homem trabalha sem a força do amor genuíno. Se não buscarmos a força do Senhor, mas somente pensarmos nas coisas do mundo, nosso trabalho será assim. Desse modo, o Senhor nos deu o terceiro mandamento, a fim de que nos lembremos d’Ele e renovemos nosso trabalho com a força do amor Divino. É por isso que a santidade dos outros mandamentos depende deste preceito.

    Amém.

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