Profecias para o Tempo do Fim

PROFECIAS PARA O TEMPO DO FIM é uma série evangelística conduzida pelo Pr. Roberto Motta , a qual trata de maneira abrangente os tópicos da profecia bíblica para os últimos dias.

01. Introdução ao Estudo das Profecias
02. A Doutrina da Revelação
03. A Trindade
04. A origem do mal
05. Daniel 2
06. Daniel 7 e Mateus 24 – Sinais da Volta de Jesus
07. A mortalidade da alma
08. O Milênio e as Duas Ressurreições
09. Justificação
10. O juízo
11. Daniel 8:14 – Até Duas Mil e Trezentas Tardes e Manhãs
12. Dom de Línguas – Uma Análise do Movimento Carismático
13. Mordomia Cristã x Teologia da Prosperidade
14. A Lei do Amor
15. Sábado, um Dia de Descanso
16. A Igreja Verdadeira
17. O Selo de Deus e a Marca da Besta
18. Apocalipse 12 e 13
19. A Conduta Cristã
20. O Espírito de Profecia
21. O Batismo Bíblico

  1. A Teoria de Tradução de Lutero

    Mauri Furlan, UFSC

    No que se refere à tradução, o Renascimento é responsável pela formação das bases da tradutologia moderna, e, não por coincidência, pela produção das primeiras reflexões de maior envergadura sobre a arte da tradução: as mudanças que então aconteceram na Europa Ocidental incluem também a concepção e prática da tradução. Estas reflexões constituem, pois, as fontes primárias para a investigação da história da tradutologia moderna e da teoria tradutológica renascentista. Entre as mais representativas daquele período histórico europeu, se encontram as reflexões tradutórias de Lutero, ao lado de outras como as de Leonardo Bruni, Luis Vives, Étienne Dolet, Fausto da Longiano e George Chapman.
    Da ingente obra do escritor alemão mais prolífico do século XVI, além de vários comentários em suas Tischreden, dois textos básicos expõem o pensamento de Martinho Lutero (em alemão, Martin Luther, 1483-1546) sobre a tradução: Sendbrief vom Dolmetschen (1530) e Summarien über die Psalmen und Ursache des Dolmetschens (1531). Estes textos, no entanto, apresentam não apenas sua concepção de tradução mas também alguns pontos centrais de sua teologia, ou melhor, os princípios diretores de sua tradução são oferecidos pela teologia. Tanto sua concepção lingüística como tradutológica se subordinam à sua concepção religiosa, ou, dito de outra maneira, a tradução da Bíblia só tem sentido dentro de uma perspectiva teológica (recordemos aqui os três princípios básicos da Reforma protestante: 1) a Bíblia como única regra, 2) só a fé salva, e 3) a universalidade do sacerdócio que faz com que cada homem possa e deva ler a Bíblia e interpretá-la).

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